Porque existe muita comida boa no mundo…

Quando eu viajo, eu gosto de ir estudada sobre o lugar no qual eu estou indo, inclusive sobre a comida típica do local. Quem não ama uma boa comida? Eu, particularmente, adoro sentar em um lugar e aproveitar uma boa refeição. Por isso, separei alguns países, nos quais visitei e amei a comida, para comentar. Além disso, vou comentar onde encontrar as delícias aqui mesmo em BH e as comparando com as originais.

Argentina

Podemos ter nossas desavenças com nossos hermanos, mas temos que admitir que eles tem uma culinária incrível! Um país que tem como comida tradicional, o churrasco, as empanadas, o dulce de leche, o alfajor não há como não amar, nem que seja um pouquinho. Quem for a Buenos Aires e quiser comer um bom churrasco, indico o Restaurante Siga La Vaca, é rodízio e o preço é ótimo, até porque nossa moeda é valorizada que a deles. Em relação as empanadas, eu não tenho um local específico, todos são bons. O dulce de leche e o alfajor também são encontrados em qualquer lugar, restaurantes ou supermercados. Aqui em BH, churrascarias não faltam, mas tem um local que está sendo super comentado chamado Parrilla Los Hermanitos, no São Pedro. Não conheço, mas ouvi dizer maravilhas! Em relação as Empanadas, gosto muito do Ayres Empanadas Argentinas, no Sion e a Pizza Sur, no Cruzeiro ou em Lourdes, todos muito bons!

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França

A comida francesa está tão presente em nosso dia a dia que muitas vezes nem percebemos que é típico de outro país. Quem não ama um bom croissant, suflê ou crepe? Entretanto, os meus favoritos são os doces, e como os franceses são bons nisso! Mil Folhas, Crème Brûlée, Macarons e Profiteroles são apenas alguns exemplos. O restaurante francês mais famoso em BH é Taste Vin, no Lourdes, com seus famosos suflês. Outro famoso, que eu fui com o Victor e amamos, é Mes Amis, também no Lourdes. Um novo, que eu nao conheço, mas estou louca para ir é o Au Bon Vivant, no Cruzeiro. O Ah! Bon também oferece boas opções de lanches e doces, mas a qualidade lá está oscilando muito (os macarons de lá são bem gostosos, mas nem chegam aos pés de Laudurée, mas isso só em SP ou na Europa! #triste).

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Bélgica

A Bélgica foi um dos lugares que mais me surpreenderam positivamente e a comida não foi diferente. Vocês devem estar pensando: o que tem na Bélgica de tão gostoso? O chocolate (#godiva) e as cervejas a maioria de vocês já ouviram falar, mas poucos sabem que os Waffles e a batata-frita são originários de lá. Quem for a Brugges não deixe de comer a batata-frita no carrinho que fica Grote Markt (praça principal da cidade, não tem erro!), que é considerada a melhor do mundo. Já os waffles, em Bruxelas tem uma loja a cada esquina, todas ótimas! Outra coisa que eu amei foi a “Flamish Meat”, um lagarto com um molho de cerveja preta, que comemos em Brugges, em um restaurante em frente ao Belfort, também no Markt, quem quiser fazer em casa, a receita está aqui. Não conheço nenhuma casa especializada em comida belga aqui em BH, infelizmente, porque eu ia ser frequentadora assídua! Entretanto, mesmo não sendo específicos, as batatas fritas do Duke’n’Duke são deliciosas e comi Waffles bem gostosos na Alessa Gelato.

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Itália

Quando se pensa em comida, pensa em comida italiana, certo? Pizza, Carpaccio, Lasanha, Gnocchi, Bruschetta, Spaghetti (apesar da sua origem ser obscura, uns falam que é chinês, outros árabe, outros italianos, a massa obteve a fama na Itália!), Risoto e de sobremesa o Gelatto. Da Itália, eu só conheço duas cidades, Milão e Verona (Romeu e Julieta, amor eterno!), mas já deu para perceber que quando se trata de comida, os italianos não brincam em serviço. Em Milão, existe um prato tradicional na cidade, chamado Risoto com Ossobuco, que é simplesmente incrível. Ele está presente na maioria dos cardápios, mas o original (e o que eu comi!) é o do Restaurante Savini, dentro da Galleria Vittorio Emanuele. Em BH, a Casa de Música (ex-Risoteria Sorriso!), no Lourdes, é especialista em risoto, e eu A-M-O! Em termos de Pizza, eu amo o Olegário, também em Lourdes, mas também são gostosas as do 68 Pizzaria, da Marília Pizzeria, todas em Lourdes. Os legítimos italianos mais famosos são: o Província Di Salerno , Maurizio Gallo e o Villa Roberti, mas não conheço nenhum, alguém indica?

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Esse post foi só o primeiro da série de comidas típicas, vocês gostaram? Ainda há muitos países para escrever sobre! Espero que tenham ficado com água na boca. Já foram em alguns desses restaurantes aqui em BH? Me indicam outros? Comentem!

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Centro de Arte Popular Cemig – exposições permanentes e itinerantes

No Facebook, eu sigo a página do Circuito Cultural da Praça da Liberdade, por isso, fico por dentro de novas exposições nos 12 espaços que compõem o Circuito. Quando li que tinha uma exposição que envolvia roupas, chamada “Estampoemas” pensei: “outro lugar para eu ir com a Ana“, e ela como sempre (#parceira!) adorou a idéia.

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A exposição está estabelecida no Centro de Arte Popular – Cemig, que existe a mais de dois anos e eu ainda não conhecia, por isso, foi um prazer em dose dupla. O prédio do antigo Hospital São Tarcísio, de 1928, foi todo reformado como os demais do Circuito, além de ter um elevador para que os deficientes tenham acesso ao centro. Logo na fachada, o prédio já conta com três esculturas do lado de fora, dois cavalos e um boi.

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O CAP conta com 6 salas de exposições, sendo 4 delas permanentes. Nas salas permanentes são privilegiadas obras de artistas mineiros, de várias regiões do Estado, que usam como matéria-prima, principalmente, a argila e a madeira, além de pinturas rupestres encontradas nas muitas grutas do Estado. Os mais de 800 objetos estão divididos nas categorias: arte e fé, tradição mineira, arte rupestre e sala dos grandes mestres. Como a maioria dos museus que fazem parte do Circuito, a tecnologia está presente nas apresentações audio-visuais espalhadas pelo prédio. O objetivo do CAP é mostrar a diversidade e riqueza das manifestações culturais populares e isso é atingido com perfeição, pois podemos ver com clareza a herança cultural do nosso Estados através das peças, que simbolizam nossas crenças, lendas, mitos, religiões e folclore.

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Atualmente, as duas salas reservadas para exposições itinerantes estão ocupadas. Uma das exposições chama-se “Exposição Brasil Indígena – Herança e Arte“, que reflete o modo de vida dos indígenas espalhados pelo Brasil. Ela pode ser divida em duas partes. A primeira parte mostra os utensílios utilizados pelos índios para a subsistência, ou seja, para a caça, a pesca, atividade agrícola ou uso doméstico. O segundo grupo de peças são objetos de uso pessoal ou de rituais espirituais, destacando os adornos plumários.

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A outra amostra é a “Estampoemas”, justamente a que eu chamei a Ana para ir. Essa exposição da artista Elisa Grossi conta a história de Chica da Silva de uma maneira totalmente nova, através da moda e do design. A história é contada nas roupas expostas, através de textos bordados, desenhos e impressos, além de quadros que retratam Chica ou onde ela viveu. As roupas são incríveis, super detalhadas e realmente remetem aquelas usadas no século XVIII em Minas Gerais.

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Uma grande e feliz surpresa foram as paredes interiores do prédio. Desde que eu fui em Wynwood (já falei sobre lá aqui no blog!) eu curto muito um grafitti bem feito. Nas paredes interiores tem grafittis incríveis e eu não esperava isso no CAP, porque ele pode ser considerado um museu mais tradicional.

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As exposições itinerantes estarão no CAP até o dia 30/08, portanto quem quiser vê-las tem que correr. Acredito que valha muito a pena ir e gastar uma horinha do seu dia, além de ser um programa grátis.

CENTRO DE ARTE POPULAR – CEMIG

Rua Gonçalves Dias, 1680 – Lourdes

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Horários:

Terça, quarta e sexta: 10 hrs às 19 hrs
Quinta: 12 hrs às 21 hrs
Sábado e domingo: 12 hrs às 19 hrs

ENTRADA GRATUITA

Um dos melhores lugares de BH para os cinéfilos

No último domingo, fui ao cinema com a minha amiga Carlinha. Entretanto, não foi em um cinema qualquer. Em BH, só existe um cinema Premier, que fica no Ponteio. Pode parecer old news, mas decidi fazer esse post, porque conversando com alguns amigos, muitos me falaram que nunca foram.

Ano passado, o Ponteio Lar Shopping, reabriu três salas de cinemas, uma delas chamada Premier. Para aqueles que não sabem, a diferença dessa sala é que ela contém apenas 51 assentos, todos eles reclináveis com encosto para pés, que se parecem com aqueles de primeira classe de avião (super confortáveis!!), e, completando o conjunto,cada um tem uma mesa pessoal de vidro. A única coisa que falta é um cobertor! Lá é muito frio, por isso em algumas ocasiões admito que levei meu mini cobertor de casa! A imagem e o som são excelentes! Além disso, há um lounge anterior a sala, que só quem adquiriu ingresso para essa sala tem direito a usar, com caixa exclusivo para comprar sua comida, que será levada por um garçom até seu assento.

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A comida é um diferencial a parte. Existe sim, aquela clássica pipoca, mas com a opção de tempera-las com azeites especiais, como o de limão siciliano (meu favorito!) ou de azeitonas pretas, entre outros, que variam com a disponibilidade no dia. O cardápio (sim, existe um cardápio físico, disponível ao longo do lounge), assinado pelos chefs Bárbara Vilhena e Pablo Abreu, do restaurante ¡Buenísimo! Co­­midaria, no Santo Antônio, ainda oferecem mais opções, de comidinhas, como carpaccios, quiches e saladas. De sobremesa, são quatro opções deliciosas: mini churros de doce de leite, waffle com sorvete de baunilha e mel, brownie de chocolote e sorbet de amora. As bebidas também são bem variadas, elas vão desde as tradicionais como água, refrigerante e sucos, até os sofisticados como vinhos e champanhe.

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Uma dica é comprar pela internet, porque como são poucos lugares, muitas vezes não consegui comprar na hora ou comprei na primeira fileira, que não é ruim, não me entenda mal, mas as filas mais altas são melhores! Ah, outra coisa, que pouca gente sabe é que se pode reservar a sala para comemorações, como seu aniversário. Para aqueles que amam cinema, acho que seria um aniversário inesquecível. No site deles tem mais informações.

O programa não sai barato, o valor da inteira é 44 reais, no filme 2D, e 48 reais, no filme 3D. Eles aceitam meia-entrada. Isso só o preço do ingresso, ainda tem a comida e o estacionamento. Entretanto, de vez em quando, para aquele filme que você quer muito ver, vale muito a pena gastar esse dinheiro, vai ser experiência e tanto! Alguém também ama? Alguém ainda não foi, mas quer muito? Alguém nem sabia da existência dessa sala? QUERO SABER! COMENTEM!

NET CINEART PONTEIO

Rodovia BR. 356, nº 2500 – Santa Lúcia
Belo Horizonte – MG

CRModa: precisa de muito mais para ser referência

Na última quarta-feira, visitei o Centro de Referência da Moda. Quem me conhece sabe que eu amo moda, adoro ler sobre as tendências e aprender o que posso ou não usar. Convidei para ir comigo a minha amiga (irmã) Ana que está no último período de design de moda na Fumec, pois sabia que ela iria gostar do tema e talvez se inspirasse em algo para seu TCC! Melhor companhia impossível!

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Eu tinha lido que o CRModa tinha um acervo amplo e diversificado de várias peças que vieram da Coleção Vestuário do Museu Histórico Abílio Barreto. Entretanto, para minha surpresa, chegando lá, não tinha nada disso. A exposição atual chama-se Literatura e Moda por Ronaldo Fraga. Para aqueles que frequentam exposições, como eu e a Ana, essa exposição não é novidade. Eu conhecia, pois ela já tinha sido montada na Casa Fiat de Cultura anteriormente. Para quem não conhece, a exposição se trata de uma coleção antiga do estilista mineiro Ronaldo Fraga, que se baseou nos grandes poetas para fazer as roupas. Os looks estão dispostos em um tapete de serragem lindo, mas isso faz com que não se possa chegar perto para ver os detalhes do trabalho artesanal do estilista. Além dos looks ainda há nas paredes os desenhos de Ronaldo, muito conhecidos por nós, mineiros, por serem a decoração das sacolas do Verdemar e um vídeo que mostra como surgiu a coleção e o trabalho desenvolvido por ele. Sinceramente, é bonito, quem não conhece vale a pena ir, não gasta nem uma hora para ver tudo!

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Eu e a Ana ficamos muito decepcionadas, porque são apenas 3 salas e 15 vestidos. No prédio, ainda há uma biblioteca pública pequena, que foi outra decepção, pois existia apenas UMA estante de livros de moda. Para ser um centro de REFERÊNCIA da moda, deveria ter uma acervo enorme de livros sobre o tema não?

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A única coisa que eu amei foi a arquitetura do prédio. O edifício, datado de 1914, está muito bem conservado e manteve seu estilo neogótico português intacto. Anteriormente, o edifício abrigava a Câmara Municipal de Belo Horizonte e em 1997 ele foi tombado e revitalizado para ser utilizado como espaço cultural, além de ter sido adaptado para receber pessoas com deficiência motora. Outra coisa que eu achei interessante, é o fato de o CRModa oferecer oficinas de mais variados assuntos ligados com a Moda. Para quem se interessar tem os temas, datas e precos no site deles.

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O que era para ser um programa maravilhoso, acabou sendo um programa de índio. Como as exposições são itinerantes, posso ter dado azar ou sofrido um caso de bad timing, entretanto não voltaria tão cedo.

Centro de Referência da Moda

Rua da Bahia, 1149 – Centro
Aberto: segunda de 10h às 19h; terça a sexta das 10h às 21h.
Preço: Grátis

Uma Miami diferente…

Miami é mundialmente conhecida por ser um paraíso de compras, ter belas praias e festas incríveis. Entretanto, a pessoa que vos fala, conheceu uma Miami diferente. Eu queria fazer algo cultural em Miami, algo como museus e locais históricos, e acreditem se quiser, eu achei! Por isso, se preparem para ficar chocados com o que essa cidade tem a oferecer.

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O primeiro lugar que indicaria, sem dúvida é a Wynwood Walls. Wynwood é um bairro de Miami que é conhecido como o reduto dos artistas de rua, dos designers e dos arquitetos mais hypes, por isso lá existem muitas lojas de roupas diferentes e lojas de móveis super criativos, mas o mais impressionantes são os grafittis. Eles estão espalhados pelo bairro, entretanto existe o Wynwood Walls que é considerado um museu a céu a perto, grátis, que reuniu os melhores e mais reconhecidos artistas dessa arte em um só lugar! Fiquei muito feliz em saber que três daquelas paredes eram obras de brasileiros (Nunca, Os Gêmeos), inclusive a parede da frente, que é a primeira que você vê quando chega, mas existem artistas de vários países, como Ucrânia, França, EUA etc…

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Descobri que desde que eu fui, eles lançaram mais um projeto, o Wynwood Doors, que são 16 portas, de 176 pés de altura, com rodas, grafitadas. Do lado das Walls, tem um restaurante que tem uma decoração linda e super de acordo com o local em que se encontra, não almocei la, mas vale a pena entrar para olhar as paredes e esculturas do interior. Depois que visitar as Walls, minha dica é pegar o carro e passear pelo bairro, pois tem muitas paredes grafitadas por artistas não muito famosos, mas não menos incríveis. Mesmo que você não compreenda essa arte, você deveria ir, pois é um lugar único no mundo, você não vai encontrar uma coisa assim em nenhum outro lugar.

Um outro lugar incrível em Miami, mas muito pouco conhecido, é o Memorial do Holocausto em Miami Beach. A maioria dos visitantes são judeus, mas isso não significa que os demais não poderão se emocionar por aqui. O local é um lago com uma escultura no meio, que para se chegar lá, é necessário passar por um caminho cheio de fotos da guerra, além de ter uma música hebraica tocando no fundo. A escultura principal é uma mão, que pode ser vista de qualquer ponto do memorial, e ela significa a tentativa de libertação dos judeus durante a guerra, e ao longo do braço de bronze, existem 130 figuras humanas de alto relevo, expressando a angústia e desespero. Nas paredes que circundam o braço estão gravados nomes das vitimas do holocausto que tem famílias em Miami. A visitação não é paga, o local é lindo, cheio de história e muito emocionante.

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Outra sugestão seria o Vizcaya Museum and Gardens. O lugar por si só já vale a visita, porque ele é LINDO! A mansão tem um estilo italiano e nos remete há um tempo em que Miami era calma, cheia de árvores e sem muito trânsito. A casa é cercada por lindos jardins, fontes e santuários. Lá é tão lindo, que vi dois casais tirando as fotos do casamento no local. A casa pertencia a um industrial chamado James Deering, que gastou o dinheiro que tinha e o que não tinha para construí-la e hoje pertence a cidade de Miami. No interior, a decoração da casa, datada de 1914, permanece intacta, por isso, podemos ver como eram os móveis, utensílios e assim, o estilo de vida das pessoas que viviam em Miami nesse período. O preço do ingresso é 18 dólares para adultos e estudantes com documento pagam 10 dólares. A casa fica aberta todos os dias menos quinta-feira, das 9:30 às 16:30.

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Além dessas três sugestões, posso sugerir o Museu da Cidade de Miami(em Downtown), o Bass Art Museum (em Miami Beach) e a Venitian Pool (piscina pública que era uma pedreira de 1923, localizada em Coral Gables).

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Não gente, eu não sou esquisita. Claro, que eu também fiz compras (F21, eu te amo!), fui a praia (aquela água quente é uma benção!) e passeei por Miami Beach olhando os carrões passando… Mas eu quis ir além do tradicional, do clichê e sinceramente me surpreendi positivamente. Alguém já foi nesses lugares? Tem outros para me indicar? Quem se surpreendeu com esse lado de Miami? Quero ouvir o que vocês tem a dizer, por isso resolvi fazer uma enquete sobre esse post, PARTICIPEM!